quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OS ASTECAS


Os astecas desenvolveram-se na região conhecida como mesoamérica. Os astecas fundaram, em 1325, Tenochtitlán (atual Cidade do México), que se tornaria a capital de um dos maiores impérios da América pré-colombiana.


Lutando contra as dificuldades do lugar, os astecas conseguiram desenvolver técnicas de agricultura, especialmente do milho, e construíram canais e pontes ligando a ilha à terra firme e aquedutos para água potável. Passaram, depois, a conquistar os povos à sua volta. A civilização asteca teve a consolidação de seus domínios com o rei Montezuma I (1440-1460), e ampliou-os a partir de 1502, com Montezuma II, até a chegada dos espanhóis, sob o comando de Fernão Cortez, em 1519.

Através de alianças, os astecas dominavam os povos vizinhos, obrigando-os a pagar tributos e enviando constantes expedições punitivas em caso de hostilidade. Sua forma de organização era semelhante à das civilizações da Antiguidade oriental, como o Egito e a mesopotâmia.

O Estado asteca era altamente centralizado, administrando as 38 províncias em que se dividia o império, controlando as atividades agrícolas, determinando a construção de sistemas de irrigação e zelando pela cobrança de impostos. A autoridade máxima era o imperador.

A sociedade asteca era composta de nobres, sacerdotes, comerciantes, artesãos, camponeses, carregadores e escravos (em geral prisioneiros de guerra). Os camponeses astecas dividiam-se em agrupamentos chamados calpulli. Usando instrumentos agrícolas de pedra, madeira e cobre, cultivavam o milho, o algodão, o cacau e variadas frutas, além de criarem cães, perus e abelhas.

A cultura dos astecas era riquíssima, com avançado conhecimento em matemática e astronomia, o que permitiu a elaboração de calendários, embora não tão apurados quanto os maias. Conheciam também técnicas de metalurgia e tinham uma escrita assentada em imagens (escrita pictográfica).

Sua religião baseava-se na crença em vários deuses e na prática de sacrifícios humanos. Para os astecas, a guerra também estava relacionada à religião – morrer numa batalha era uma honra para um guerreiro asteca.

Na arquitetura realizaram obras importantes, como os templos e palácios até hoje existentes no vale do México. Tenochtitlán era uma cidade divina em quatro setores, cada qual com um templo e um líder militar. Contava com quase cem bairros residenciais, ruas limpas e um grande mercado, onde se reuniram milhares de mercadores. No centro da cidade, erguia-se a grande pirâmide de 40 metros, no alto da qual estavam os templos de Huitzilopochtli (deus do sol) e Tláloc (deus da Chuva). Havia ainda o exuberante palácio real, quase uma pequena cidade.

Porém, com a chegada dos conquistadores espanhóis, a partir de 1519, tudo isso foi destruído, edificando-se em seu lugar um grande centro da colonização. No momento da conquista espanhola (1521), dominavam a maior parte da Mesoamérica com uma população de mais de dez milhões de habitantes. Embora guerreiros destemidos e mais numerosos que espanhóis, os astecas não resistiram às doenças trazidas pelos europeus nem às suas armas de fogo e espadas.

Algumas sugestões de sites para pesquisa:

http://www.suapesquisa.com/pesquisa/astecas.htm

www.suapesquisa.com/astecas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Astecas

OS MAIAS


Os maias desenvolveram-se na região conhecida com mesoamérica, a civilização maia viveu o seu apogeu econômico e cultural, entre os séculos III e X da nossa era, organizando-se em cidades-estados, isto é, cada cidade formando um Estado independente. As principais foram Palenque, Tikal, Copán. A região maia corresponderia à península mexicana de Iucatã, mais Guatemala, Belize e Honduras, na América Central.

Os maias tinham na agricultura a atividade central, destacando-se especialmente a plantação de diversas variedades de milho. A religião era o outro eixo que sustentava o desenvolvimento da civilização maia.

Na hierarquia social tinham na sua parte mais alta os governantes, que representavam os deuses maias, e os sacerdotes, responsáveis pelas cerimônias que visavam garantir as boas colheitas. Completavam esse grupo dominante maia, estavam os chefes guerreiros. Abaixo ficava a maioria da população, formada de camponeses que viviam nos arredores das cidades, obrigada a diversos trabalhos e ao pagamento de impostos. Existiam ainda grupos intermediários, como os comerciantes, arquitetos, escultores, soldados e artesãos e, na parte abaixo de toda a hierarquia social, os escravos, que eram prisioneiros de guerra.

Ocupando o território desde os primeiros séculos da era cristã, a civilização maia atingiu uma população superior a dois milhões de habitantes. Destacaram-se na área de matemática e da astronomia. Utilizavam o conceito de zero, o que lhes permitia executar operações complexas. Na astronomia, calculavam a duração do ano com alguns segundos de diferença em relação aos cálculos da ciência hoje. Nas artes, a escultura em baixo relevo e as construções eram fortemente influenciada pelo tema religioso. Sobre isso, observamos que os maias acreditavam que os vários aspectos de sua vida poderiam ser determinados pela ação das divindades. Não por acaso, muitos dos deuses cultuados tinham ação sobre os astros e os diversos elementos da natureza. Em seus rituais, vemos que a utilização de sacrifícios era bastante recorrente. Em muitos casos, o sacrifício de seres humanos eram um dos mais prestigiados eventos religiosos de tal sociedade.

Quando os espanhóis chegaram à América, os maias não formavam mais um império. Sabe-se que seu modo de vida se baseava no cultivo de milho. Sua escrita hieroglífica ainda não foi totalmente decifrada. Quando chegaram ao continente americano, os espanhóis encontraram a sociedade maia em um avançado processo de desarticulação. Para alguns estudiosos, as mudanças climáticas e a ocorrência de lavouras com baixa produtividade foram as grandes razões que determinaram a extinção desta cultura. Ainda assim, vários documentos e vestígios nos permitiram descobrir ricos aspectos de tal civilização.

Os povos maias nunca desapareceram, nem na época do declínio no período clássico, nem com a chegada dos conquistadores espanhóis e a subseqüente colonização espanhola das Américas. Hoje, os maias e seus descendentes formam populações consideráveis em toda a área antiga maia e mantém um conjunto distinto de tradições e crenças que são o resultado da fusão das ideologias pré-colombianas e pós-conquista.

Algumas sugestões de sites para pesquisa:

www.historiadomundo.com.br/maia/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Maias

http://www.brasilescola.com/historiag/a-civilizacao-maia.htm

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

CIVILIZAÇÕES DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA

Foram inúmeras as realizações culturais das diversas civilizações que se desenvolveram na América, conhecidas como pré-colombianas. Indo desde as mais variadas técnicas agrícolas e metalúrgicas até a matemática, construção e escrita. Eram organizadas politicamente – formavam Estados -, assim como outras civilizações anteriores a estas.

São vários os aspectos da rica história da América pré-colombiana, desde o início do segundo milênio a.C. até a chegada dos conquistadores espanhóis que vieram depois de Colombo. Até então, os povos do continente americano nunca tinham tido contato regular com as civilizações de outros continentes. Formaram-se poderosas civilizações americanas, sendo as mais famosas são a dos maias, a dos astecas e a dos incas.

Além da conquista e da dominação, que causaram a morte de boa parte dos povos pré-colombianos, as doenças trazidas pelos europeus (varíola, sarampo, gripe, peste), desconhecidas na América, foram uma das principais causas do declínio populacional dos nativos americanos. Para termos uma idéia, tomemos alguns dados levantados por historiadores sobre as populações indígenas no século XVI: em 1519, na região central mexicana, estima-se que havia uma população entre 12 milhões e 25 milhões de habitantes, que em 1580 já teria sido reduzida a cerca de 1,9 milhão. Na área andina, uma população superior a 10 milhões de habitantes em 1530 foi reduzida a cerca de 1,5 milhão de pessoas em 1590.

O encontro entre os povos da América e da Europa foi antes de tudo arrasador. A conquista européia se deu à custa da destruição de grande parte da população e de sua cultura e pela exploração e marginalização daqueles que conseguiram sobreviver. Seus descendentes - grupos indígenas norte-americanos, mexicanos, brasileiros, andinos e outros – ainda hoje lutam para defender o espaço para sua sobrevivência em todo o continente.

Referência:

VICENTINO, Cláudio. Viver a História: ensino fundamental: 5ª série. São Paulo: Scipione.

Plano de Aula: As civilizações da América pré-colombiana

CURSO: TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: Ensinando e Aprendendo com as TICs.

CURSISTA: Elinalva Cordeiro Soares Cavalcante

FORMADORA: Rosana Pacheco

UNIDADE: 3 Currículos, Projetos e Tecnologias

ATIVIDADE: Plano de Aula

1- DEFINIÇÃO DO TEMA

Tema: As civilizações da América pré-colombiana

Foram inúmeras as realizações culturais das diversas civilizações que se desenvolveram na América antes da chegada de Cristóvão Colombo. São vários os aspectos dessa rica história, que vai desde o início do segundo milênio a.C. até a chegada dos conquistadores espanhóis que vieram depois de Colombo, a partir daí formaram-se diversas civilizações americanas, sendo as mais famosas são a dos maias, os astecas, e incas.

2- PLANEJAMENTO GERAL DO PROJETO

Justificativa: diante da necessidade de se falar e, mais, permitir e criar a oportunidade para que os alunos percebam a importância de se ter um contato maior com a história latino-americana, muitas vezes esquecida. E ainda no diz respeito à diversidade de povos e culturas existentes na América antes da chegada dos europeus no século XV.

Objetivos: compreender o significado do termo pré-colombiano; conhecer alguns dos povos que viveram na América, necessariamente os povos: maias, astecas e incas; estudar como aconteceu o choque entre a cultura européia e a nativa a partir do ano de 1942, na América.

Público alvo: alunos da 5ª série (521 e 522)

3- REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE PESQUISA

Procedimentos:

1º momento: dividir a turma em três grupos: onde serão sorteados os números: 1; 2 e; 3 entre os alunos que representariam: 1- maias; 2- astecas; 3- incas. Onde os alunos individualmente deverão pesquisar em livros ou sites de pesquisa sobre a civilização que sorteou. Inclusive estará disponível no meu blog o assunto sobre cada uma dessas civilizações, onde os alunos deverão fazer um comentário.

2º momento: os alunos deverão trazer para sala de aula suas pesquisas onde se juntarão para fazer a troca de informações de suas pesquisas; falar um pouco sobre a civilização em questão que foi sorteada com o grupo que está inserido.

4- SISTEMATIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS

Procedimentos:

3º momento: a turma que já foi divida em três grupos ocupará cada parte da sala de aula, onde os alunos deverão expor as suas idéias sobre a civilização que pesquisou; deverão discutir e defender a sua civilização, o grupo que conseguir falar e defender melhor a sua civilização vencerá, ou seja, o grupo que souber mais sobre a sua civilização ganhará a mini-gincana.

Recursos Materiais: Quadro magnético; pincéis para quadro branco, papel A4 cores diversas, livros, computador, sites de internet, blog, pesquisas, tesoura, canetinha, lápis de cor, balão de diversas cores, papel crepom de diversas cores.

Avaliação: Será feita no decorrer do processo, através das atividades propostas; do trabalho participativo, observando a potencialidade individual, interesse, e criatividade dos alunos e; dos novos conhecimentos adquiridos por eles dando ênfase aos objetivos propostos.