sábado, 19 de novembro de 2011

521- MAIAS, ASTECAS E INCAS





Dá uma olhada na animação da turma 522

ALUNOS EXPONDO CURIOSIDADES DOS MAIAS, ASTECAS E INCAS DA TURMA 522


Adriely

Lucas Batista


Marcos e Matheus

ALUNOS EXPONDO CURIOSIDADES DOS MAIAS, ASTECAS E INCAS DA TURMA 521

EDUARDO
FABÍOLA
ROSILENE

Resultados mini-gincana sobre as civilizações pré-colombianas

De acordo com o planejamento, foi realizada na Escola Pestana uma mini-gincana com as turmas 521 e 522 nos dias 09, 15 e 16 de novembro nos horários referentes a cada turma sendo um horário por dia, sobre as civilizações pré-colombianas em especial a dos maias, astecas e incas. Agora estamos passando para uma nova etapa, o resultado dessa mini-gincana em sala de aula.

Devo dizer (e depois vocês poderão perceber através das fotos) que foram momentos maravilhosos de grande animação e proveito. Sinceramente deu vontade de fazer mais vezes. Os alunos estavam bem animados, se bem que no início eles ficavam envergonhados de participarem, mas conforme a atividade foi passando, passou também o nervosismo e o que ficou foi o espírito de competição. O objetivo principal foi atingido que era a importância de se ter um contato maior com a história latino-americana antes da chegada dos europeus, muitas vezes esquecida, as suas diversidades culturais e a colaboração para nossa própria cultura.

Meus agradecimentos aos alunos pela boa vontade, participação e animação, à minha tutora do curso Tecnologias na educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs, Rosana Pacheco que também é a responsável pelo LIED da Escola, pelo incentivo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OS INCAS


O território inca estendia-se ao longo da cordilheira dos Andes e incluía terras hoje pertencentes à Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Argentina e Chile.

No Império Inca, constituído por algumas cidades e muitas aldeias, concentravam-se cerca de 15 milhões de pessoas que falavam a mesma língua, seguiam a mesma religião e viviam sob um governo centralizado.

O Império Inca era conduzido por um imperador considerado um semideus pelos súditos. O imperador era tido como “filho do Sol”, da mesma forma que os egípcios chamavam seus governantes de faraó. Assim como a da maioria dos povos americanos, a religião dos quíchuas ou incas estava relacionada à natureza, e entre suas divindades principais estava o Sol, para quem construíram templos em quase todas as cidades do império.

O grande impulso expansionista deu-se a partir de 1438, sob o comando do imperador Pachacuti Inca Yupanqui, transformando Cuzco (que na língua quíchua significa “umbigo”) em grande centro administrativo. A expansão territorial inca continuou até a invasão dos espanhóis, em 1531. As conquistas incas eram feitas pela imposição, com soldados e violência, e também pelo convencimento, ensinando aos chefes dos povos conquistados a história inca, seus valores, línguas, costumes e conhecimentos administrativos.

Em Cuzco estavam os suntuosos templos que abrigavam estátuas, santuários, paredes e muros de ouro, como os de Qori Kancha, onde se cultuavam o Sol, a Lua e as estrelas. Outras cidades com planejamento e arquitetura sofisticados confirmavam a grandiosidade dessa civilização: Machu Picchu, Tumipampa e Cajamarca englobavam uma população total superior a 6 milhões de habitantes.

O Império Inca era dividido em grandes territórios, sob o comando de chefes (os apos) que assessoravam o Inca (imperador). Cada território, por sua vez, subdividia-se em províncias (chamadas de wamani) sob o comando de um governador (tukuiricuk), que residia numa capital local e era responsável pelos funcionários (curacas) que cuidavam de cada aldeia.

Na base da sociedade, estava a aldeia (chamada de ayllu), com suas famílias, comandada por um (curaca), encarregado de distribuir as terras, consideradas propriedades do imperador. O curaca também organizava as atividades da comunidade e recebia os tributos devidos ao imperador que eram pagos em gêneros e em trabalho. Na aldeia, o curaca centralizava poder e riqueza, impondo aos aldeões a obrigação de trabalhos, chamada mita.

A sociedade inca obedecia a uma estrutura hierárquica rígida. Na posição mais elevada, estava o imperador, o inca, seguido por seus parentes, que formavam a aristocracia. Havia ainda muitos funcionários, que eram necessários para ajudar a manter um controle rígido em todo o império. Também fazia parte dessa elite os sacerdotes. Esses grupos representavam a minoria da população, mas concentravam o máximo de poder e riqueza. Os camponeses eram a maioria e deviam total obediência ao Estado. Os homens adultos podiam ser convocados para o exército ou para trabalhar em obras públicas, como construção de estradas, canais e templos. Algumas vezes, famílias inteiras eram convocadas para o trabalho em minas de ouro, prata, estanho e cobre. Velhos e inválidos recebiam assistência do inca.

A base de economia inca era agrária: cultivavam-se mais de 40 espécies de vegetal (destacando-se o milho e a batata) e criava-se a lhama para obter couro, carne e lã.

A religião politeísta, sob o comando de muitos sacerdotes e de algumas mulheres escolhidas, tinha no culto do Inti (Sol), considerado a raiz original da família imperial, o seu ponto central. Outras divindades eram a Lua, o trovão, a terra, o mar, as estrelas e Viracocha, o criador do universo. Segundo a crença, Viracocha era capaz de fazer brotar água das rochas. A água foi outro elemento importante para essa civilização, que soube desenvolver técnicas de irrigação fundamentais para sua sobrevivência.

Quando da chegada dos espanhóis ao Peru, o grande Império Inca vivia uma guerra civil entre dois aspirantes do ao trono, Huáscar e Atahualpa, o que fragilizou o poder e a unidade inca, facilitando a conquista européia.

A dominação espanhola sobre a América alterou violentamente o destino da civilização inca, assim como o dos demais povos pré-colombianos. Os europeus saquearam suas riquezas, dizimaram seus habitantes e destruíram suas culturas.

Algumas sugestões de sites para pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Incas

www.suapesquisa.com/pesquisa/incas.htm

www.suapesquisa.com/incas

OS ASTECAS


Os astecas desenvolveram-se na região conhecida como mesoamérica. Os astecas fundaram, em 1325, Tenochtitlán (atual Cidade do México), que se tornaria a capital de um dos maiores impérios da América pré-colombiana.


Lutando contra as dificuldades do lugar, os astecas conseguiram desenvolver técnicas de agricultura, especialmente do milho, e construíram canais e pontes ligando a ilha à terra firme e aquedutos para água potável. Passaram, depois, a conquistar os povos à sua volta. A civilização asteca teve a consolidação de seus domínios com o rei Montezuma I (1440-1460), e ampliou-os a partir de 1502, com Montezuma II, até a chegada dos espanhóis, sob o comando de Fernão Cortez, em 1519.

Através de alianças, os astecas dominavam os povos vizinhos, obrigando-os a pagar tributos e enviando constantes expedições punitivas em caso de hostilidade. Sua forma de organização era semelhante à das civilizações da Antiguidade oriental, como o Egito e a mesopotâmia.

O Estado asteca era altamente centralizado, administrando as 38 províncias em que se dividia o império, controlando as atividades agrícolas, determinando a construção de sistemas de irrigação e zelando pela cobrança de impostos. A autoridade máxima era o imperador.

A sociedade asteca era composta de nobres, sacerdotes, comerciantes, artesãos, camponeses, carregadores e escravos (em geral prisioneiros de guerra). Os camponeses astecas dividiam-se em agrupamentos chamados calpulli. Usando instrumentos agrícolas de pedra, madeira e cobre, cultivavam o milho, o algodão, o cacau e variadas frutas, além de criarem cães, perus e abelhas.

A cultura dos astecas era riquíssima, com avançado conhecimento em matemática e astronomia, o que permitiu a elaboração de calendários, embora não tão apurados quanto os maias. Conheciam também técnicas de metalurgia e tinham uma escrita assentada em imagens (escrita pictográfica).

Sua religião baseava-se na crença em vários deuses e na prática de sacrifícios humanos. Para os astecas, a guerra também estava relacionada à religião – morrer numa batalha era uma honra para um guerreiro asteca.

Na arquitetura realizaram obras importantes, como os templos e palácios até hoje existentes no vale do México. Tenochtitlán era uma cidade divina em quatro setores, cada qual com um templo e um líder militar. Contava com quase cem bairros residenciais, ruas limpas e um grande mercado, onde se reuniram milhares de mercadores. No centro da cidade, erguia-se a grande pirâmide de 40 metros, no alto da qual estavam os templos de Huitzilopochtli (deus do sol) e Tláloc (deus da Chuva). Havia ainda o exuberante palácio real, quase uma pequena cidade.

Porém, com a chegada dos conquistadores espanhóis, a partir de 1519, tudo isso foi destruído, edificando-se em seu lugar um grande centro da colonização. No momento da conquista espanhola (1521), dominavam a maior parte da Mesoamérica com uma população de mais de dez milhões de habitantes. Embora guerreiros destemidos e mais numerosos que espanhóis, os astecas não resistiram às doenças trazidas pelos europeus nem às suas armas de fogo e espadas.

Algumas sugestões de sites para pesquisa:

http://www.suapesquisa.com/pesquisa/astecas.htm

www.suapesquisa.com/astecas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Astecas